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	<title>Arquivos Cultura - Viola Caipira</title>
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		<title>Festival de Curitiba traz, pela primeira vez ao Sul do Brasil, Caprichoso e Garantido, o duelo de bois da Amazônia</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Feb 2024 21:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos maiores e mais importantes festivais de artes cênicas do Brasil, o Festival de Curitiba anunciou sua programação oficial para a 32ª edição, que ocorre de 25 de março a 7 de abril. Na manhã desta segunda-feira, o evento anunciou a sua atração de abertura: “Caprichoso e Garantido: O Duelo da Amazônia”, que traz pela primeira vez ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos maiores e mais importantes festivais de artes cênicas do Brasil, o <strong>Festival de Curitiba</strong> anunciou sua programação oficial para a 32ª edição, que ocorre de <strong>25 de março a 7 de abril</strong>. Na manhã desta segunda-feira, o evento anunciou a sua <u>atração de abertura</u>: “<strong>Caprichoso e Garantido: O Duelo da Amazônia</strong>”, que traz pela primeira vez ao Sul do Brasil um dos principais patrimônios culturais do país, por meio de um convite para que o público “mergulhe” na força da cultura popular da floresta, com suas lendas, celebrações, rituais indígenas e os costumes do universo caboclo ribeirinho traduzidos em arte, toada e Boi Bumbá.</p>
<p>Além da apresentação na abertura oficial da 32ª edição, o público poderá conferir a atração em duas sessões na <strong>Mostra Temporada de Musicais</strong>, nos dias <strong>26 e 27 de março</strong>, às <strong>20h30</strong>, no <strong>Teatro Positivo</strong>. Os ingressos já estão disponíveis por meio do site <a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/0e1e1d98-4015-457b-536f-08dc26ecd46f/http%253a%252f%252fwww.festivaldecuritiba.com.br%252f/b79341a1-9d12-4836-983e-cea67b345a9a/geldesign@gmail.com/True" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/0e1e1d98-4015-457b-536f-08dc26ecd46f/http%25253a%25252f%25252fwww.festivaldecuritiba.com.br%25252f/b79341a1-9d12-4836-983e-cea67b345a9a/geldesign@gmail.com/True&amp;source=gmail&amp;ust=1708462563631000&amp;usg=AOvVaw3DtDYAW_ZP_DPpDjRTgabi">www.festivaldecuritiba.<wbr />com.br</a>, ou na bilheteria física oficial localizada no ParkShoppingBarigüi (piso térreo).</p>
<p>Com mais de 110 anos de história, os bois <strong>Garantido e Caprichoso</strong> são parte fundamental da cultura amazonense, no Festival de Parintins, um evento cultural apoteótico e que reúne milhares de pessoas em uma celebração festiva. No centro do festival, realizado anualmente, estão os bois com cada uma das agremiações representadas por suas cores &#8211; azul e vermelho -, protagonistas de uma rivalidade que se transforma em um espetáculo de amor pela cultura popular e, principalmente, pela região amazônica, formando juntos o maior festival a céu aberto do mundo.</p>
<p>O público do <strong>Festival de Curitiba</strong> poderá conferir uma amostra do que é exposto na arena do Bumbódromo, nos três dias do Festival Folclórico de Parintins, que acontecem sempre no último final de semana do mês de junho. As duas agremiações dos bois, seus itens oficiais e bailarinos farão evoluções com as toadas que são a trilha sonora desta maravilha da cultura e da arte raiz brasileira.</p>
<p>“<em>Estamos felizes em poder trazer pela primeira vez ao Sul do Brasil este espetáculo único, uma celebração da cultura e da tradição da floresta. É uma atração que encanta e emociona, que certamente deixará uma marca inextinguível na história do Festival de Curitiba e, também, da cidade, do Paraná e do Sul do país</em>”, comentam Leandro Knopfholz e Fabíula Passini, diretores do <strong>Festival de Curitiba</strong>.</p>
<p><strong>A lenda do boi-bumbá</strong> &#8211; A história é narrada todos os anos sempre de modo diferente. Na lenda que deu origem, a Mãe Catirina, que estava grávida, sente o desejo de comer língua de boi, especificamente, do animal preferido do “amo”, o rico fazendeiro para quem seu marido, Pai Francisco, trabalhava. Para agradar sua esposa, Francisco mata o animal. Ao descobrir, após chamar um médico para certificar a morte do boi, o patrão manda capturar o seu serviçal. Para trazer a vida de volta ao animal, o “amo” chama um padre, que atualmente é representado pelo Pajé que, com seus rituais, consegue ressuscitar o animal, motivo de comemoração com uma grande festa que também marca o perdão de Pai Francisco e de Mãe Catirina.</p>
<p>A <strong>Mostra Temporada de Musicais</strong> é apresentada pelo Instituto Joel Malucelli e pela Universidade Positivo. Já a <strong>Mostra Lucia Camargo</strong> é apresentada por <strong>Banco do Brasil</strong>, <strong>Sanepar </strong>e <strong>Tradener </strong>&#8211;<strong> <wbr />Comercialização de Energia</strong>, com patrocínio de <strong>EBANX, Banco CNH Industrial</strong> e <strong>New Holland</strong>, <strong>ClearCorrect, Copel &#8211; Pura Energia,</strong> <strong>Brose</strong>,  <strong>UNINTER </strong>e <strong>GRA<wbr />SP</strong>. Acompanhe todas as novidades e informações pelo site do <strong>Festival de Curitiba</strong> <a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/0e1e1d98-4015-457b-536f-08dc26ecd46f/http%253a%252f%252fwww.festivaldecuritiba.com.br%252f/b79341a1-9d12-4836-983e-cea67b345a9a/geldesign@gmail.com/True" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/0e1e1d98-4015-457b-536f-08dc26ecd46f/http%25253a%25252f%25252fwww.festivaldecuritiba.com.br%25252f/b79341a1-9d12-4836-983e-cea67b345a9a/geldesign@gmail.com/True&amp;source=gmail&amp;ust=1708462563631000&amp;usg=AOvVaw3DtDYAW_ZP_DPpDjRTgabi">www.<wbr />festivaldecuritiba.com.br</a>, pelas redes sociais disponíveis no <a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/0e1e1d98-4015-457b-536f-08dc26ecd46f/https%253a%252f%252fwww.facebook.com%252ffest.curitiba/b79341a1-9d12-4836-983e-cea67b345a9a/geldesign@gmail.com/True" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/0e1e1d98-4015-457b-536f-08dc26ecd46f/https%25253a%25252f%25252fwww.facebook.com%25252ffest.curitiba/b79341a1-9d12-4836-983e-cea67b345a9a/geldesign@gmail.com/True&amp;source=gmail&amp;ust=1708462563631000&amp;usg=AOvVaw3VB7COsm3BhhpHJ5lyCdZM">Facebook @fest.curitiba</a>, pelo<a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/0e1e1d98-4015-457b-536f-08dc26ecd46f/https%253a%252f%252fwww.instagram.com%252ffestivaldecuritiba%252f/b79341a1-9d12-4836-983e-cea67b345a9a/geldesign@gmail.com/True" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/0e1e1d98-4015-457b-536f-08dc26ecd46f/https%25253a%25252f%25252fwww.instagram.com%25252ffestivaldecuritiba%25252f/b79341a1-9d12-4836-983e-cea67b345a9a/geldesign@gmail.com/True&amp;source=gmail&amp;ust=1708462563631000&amp;usg=AOvVaw1Kxouepex3XwSJJfPkMsuO"> Instagram @festivaldecuritiba</a> e pelo <a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/0e1e1d98-4015-457b-536f-08dc26ecd46f/https%253a%252f%252ftwitter.com%252fFest_Curitiba/b79341a1-9d12-4836-983e-cea67b345a9a/geldesign@gmail.com/True" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/0e1e1d98-4015-457b-536f-08dc26ecd46f/https%25253a%25252f%25252ftwitter.com%25252fFest_Curitiba/b79341a1-9d12-4836-983e-cea67b345a9a/geldesign@gmail.com/True&amp;source=gmail&amp;ust=1708462563631000&amp;usg=AOvVaw3KxXvRQsM42kikSuo3GKFi">Twitter @Fest_curitiba</a>.</p>
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		<title>Exposição na Cidade de Atibaia reverencia as Congadas</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Dec 2023 14:56:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Está em cartaz, no Museu Municipal João Batista Conti, a exposição “Reverenciando as Congadas de Atibaia”, que reúne objetos, fotografias e pequenos recortes textuais de pesquisas sobre o tema para contar a história e apresentar a riqueza dessa manifestação cultural e religiosa. Essa tradição, que se faz presente em Atibaia até a atualidade, tem quase [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Está em cartaz, no Museu Municipal João Batista Conti, a exposição “Reverenciando as Congadas de Atibaia”, que reúne objetos, fotografias e pequenos recortes textuais de pesquisas sobre o tema para contar a história e apresentar a riqueza dessa manifestação cultural e religiosa.</p>
<p>Essa tradição, que se faz presente em Atibaia até a atualidade, tem quase 270 anos de história – levando-se em consideração o que é confirmado pelos registros, e um pouco mais nas vozes da tradição oral. Fragilidades, mudanças de tempo e de costumes provocaram transformações nas fardas, capitães, percursos e até mesmo no olhar, mas a fé permanece representando e significando, ainda hoje, a importância da tradição, mantendo vivos os Congados.</p>
<p>Utilizando trechos dos livros das pesquisadoras Elsie Monteiro da Costa e Lilian Vogel, a exposição explora essa história e essa ancestralidade que, entrelaçadas à história da cidade, reafirmam uma identidade baseada no reconhecimento de jeitos e fazeres próprios daqui.</p>
<p>A pesquisadora Elsie da Costa ressalta a importância social das Congadas: “O universo das pessoas que vivem as congadas é tudo que as circunda, o que diz respeito à vida social, ações cotidianas, ritos de passagem, horas de trabalho e lazer, e se manifestam expressivamente através da música, da poesia, dos versos e da fala através do corpo, ou seja, dos cortejos, das danças, das atitudes devocionais. A palavra ‘congadeiro’ traduz melhor a ideia de pessoa, ser humano, indivíduo vivo, frequentador de congás (altares), terreiros, capelas e igrejas, fazedor do Congado ou de Congada”.</p>
<p>Atibaia conserva quatro grupos de congada – Azul, Verde, Rosa e Vermelha, cada um com sua história e particularidade, mas todos contribuindo para preservar canções e orações ancestrais, muitas ainda em latim, e um calendário de festas que inclui o aniversário da cidade, também dia do padroeiro São João Batista (24 de junho), e o Ciclo Natalino.</p>
<p>Localizado na Praça Bento Paes, s/n, Centro, o Museu Municipal João Batista Conti abre de terça a sábado, das 11h às 17h, e aos domingos funciona das 9h às 13h. Nos feriados, o museu permanecerá fechado.</p>
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		<title>Desfile dos Reis Magos – Reisado Elétrico</title>
		<link>https://www.violacaipira.com.br/music/cultura/desfile-dos-reis-magos-reisado-eletrico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gerson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 21:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[caipira]]></category>
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		<category><![CDATA[Festa dos Reis Magos]]></category>
		<category><![CDATA[Folia de Reis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir da frente do Edifício Matarazzo, começa a procissão representativa com os Reis Magos (Balthasar, Gaspar e Melchior). Os Reis Magos perseguem a estrela que os leva até a cena de Natal, em cortejos e apresentações que ocupam as ruas e praças do centro da cidade. O Reisado é acompanhado por banda móvel e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir da frente do Edifício Matarazzo, começa a procissão representativa com os Reis Magos (Balthasar, Gaspar e Melchior). Os Reis Magos perseguem a estrela que os leva até a cena de Natal, em cortejos e apresentações que ocupam as ruas e praças do centro da cidade. O Reisado é acompanhado por banda móvel e grupos teatrais performáticos com bonecos iluminados com LED e alegorias. São utilizados ícones nacionais da celebração, elementos de narrativa caipira, sertaneja, e respectivo cancioneiro.</p>
<ul>
<li>nos dias 15, 16, 17, 21, 22 e 23 de dezembro serão três apresentações por dia: 18h30; 20h30 e 22 horas</li>
<li>nos demais dias &#8211; 18, 19 e 20 de dezembro &#8211; serão duas apresentações por dia: 19 e 20 horas</li>
</ul>
<p>Prestigie.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>TRIO MACAÍBA E A FURIOSA</title>
		<link>https://www.violacaipira.com.br/music/cultura/trio-macaiba-e-a-furiosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gerson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 17:36:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[baião]]></category>
		<category><![CDATA[sertanejo]]></category>
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		<category><![CDATA[Xaxado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As sonoridades clássicas dos discos de forró gravados com orquestra nas décadas de 50 e 60, em que o baião, o xote e o xaxado, ganhavam arranjos para sopros, cozinha e coro, foram a inspiração para o Trio Macaíba lançar um novo trabalho. O álbum Trio Macaíba e a Furiosa chegará às plataformas digitais no dia 15 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As sonoridades clássicas dos discos de forró gravados com orquestra nas décadas de 50 e 60, em que o baião, o xote e o xaxado, ganhavam arranjos para sopros, cozinha e coro, foram a inspiração para o Trio Macaíba lançar um novo trabalho. O álbum<em><strong> Trio Macaíba e a Furiosa </strong></em>chegará às plataformas digitais no dia 15 de dezembro, e uma edição especial em vinil desse projeto de ‘forró de gravata borboleta’ será lançada no início do ano que vem.</p>
<p>Com a dificuldade de se viabilizar e colocar no estúdio uma orquestra, o trio teve a ideia de trazer uma formação menor, apelidada de “A Furiosa”, nome dado às pequenas orquestras de frevo, bandas de rua, onde os sopros são protagonistas. Para essa empreitada na elaboração dos arranjos, o grupo convidou ninguém menos que Nailor Proveta, que com sua originalidade, linguagem brasileira e ao mesmo tempo requinte, transitou entre o tradicional e o moderno.</p>
<p>Além do Trio Macaíba, que é formado por Beto Corrêa (sanfona e voz), Cleber Almeida (zabumba e voz) e Ramon Vieira (triângulo e voz), estão na banda desse disco os músicos Proveta (clarinete, saxofone), Gian Correa (violão 7 cordas), Henrique Araújo (cavaquinho), Xeina Barros (pandeiro, reco, tumbadora e vocais), Dô de Carvalho (sax tenor e piccolo), Eliezer Tristão (tuba), François de Lima (trombone), Diego Garbin (trompete) e Vanessa Moreno (vocais).</p>
<p>No repertório estão as músicas Cheio de firula (Cleber Almeida), Das bandas de Cupira (Ramon Vieira, Cleber Almeida), Teu calor (Beto Corrêa, Ramon Vieira), Maracaíba (Cleber Almeida), Pé da serra (Beto Corrêa), Coração forrozeiro (Cleber Almeida), Nova dança (Cleber Almeida) e Cipuada (Beto Corrêa).</p>
<p>O Trio Macaíba foi formado em 2000 para se dedicar ao &#8220;forró pé de serra&#8221;, o mais tradicional do gênero. Suas apresentações são marcadas por composições originais e interpretações de clássicos de mestres como Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, assim como incursões pelos repertórios de Gilberto Gil e Djavan. O grupo tem dois discos lançados “Na Trilha do Pé de Serra” (2011) e “Comida Típica, Tempero Universal” (2015).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REPERTÓRIO</strong></p>
<p>1. Cheio de firula (Cleber Almeida)</p>
<p>2. Das bandas de Cupira (Ramon Vieira, Cleber Almeida)</p>
<p>3. Teu calor (Beto Corrêa, Ramon Vieira)</p>
<p>4. Maracaíba (Cleber Almeida)</p>
<p>5. Pé da serra (Beto Corrêa)</p>
<p>6. Coração forrozeiro (Cleber Almeida)</p>
<p>7. Nova dança (Cleber Almeida)</p>
<p>8. Cipuada (Beto Corrêa)</p>
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		<item>
		<title>Congadas de Atibaia participam do Revelando SP no próximo dia 19</title>
		<link>https://www.violacaipira.com.br/music/cultura/congadas-de-atibaia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gerson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 16:49:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Atibaia]]></category>
		<category><![CDATA[Congadas]]></category>
		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[festas folcloricas]]></category>
		<category><![CDATA[folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Caipira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tradição com aproximadamente 270 anos de história, as Congadas de Atibaia se apresentam no próximo dia 19 no Revelando SP, festival de cultura tradicional paulista que acontece entre os dias 16 e 19 de novembro no Parque da Água Branca, em São Paulo. Com entrada gratuita, o evento reúne artesanato, culinária e manifestações culturais de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tradição com aproximadamente 270 anos de história, as Congadas de Atibaia se apresentam no próximo dia 19 no Revelando SP, festival de cultura tradicional paulista que acontece entre os dias 16 e 19 de novembro no Parque da Água Branca, em São Paulo. Com entrada gratuita, o evento reúne artesanato, culinária e manifestações culturais de todo o estado de São Paulo, além de shows com grandes nomes da música brasileira, oferecendo a oportunidade de conhecer e prestigiar a diversidade que compõe a identidade e o patrimônio cultural paulistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As Congadas Rosa e Vermelha se apresentam neste domingo (19), em uma programação que abrange outras manifestações tradicionais e populares como catira, fandango caiçara, jongo, folia de reis, capoeira e mamulengos, dentre outras. O estande dos Doces Caseiros Casarão também representará a cidade no evento participando, com seus 59 anos de tradição, dos quatro dias de festival ao lado de outras iguarias da culinária tropeira, caiçara e caipira, como fogado, canjiquinha, virado, cuscuz, peixe de varal, farofa de içá e outros pratos da gastronomia paulista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os representantes atibaienses foram selecionados pela chamada pública do festival, que pretende valorizar os saberes, ofícios, modos de fazer, celebrações, formas de expressão cênicas, plásticas, musicais, lúdicas e gastronômicas, transmitidos de geração a geração e reconhecidos pelas comunidades e grupos como parte integrante do patrimônio cultural paulista. Promovido pelo Governo do Estado de São Paulo – por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, o evento tem gestão e produção da Associação Amigos da Arte.</p>
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<h1>Congadas de Atibaia</h1>
<p>Atibaia tem participado do Revelando SP desde as primeiras oportunidades, chegando a ser sede de algumas edições do Revelando Entre Serras e Águas. A cidade conta quatro grupos de congada – Azul, Verde, Rosa e Vermelha, cada um com sua história e particularidade, mas todos contribuindo para preservar canções e orações ancestrais, muitas ainda em latim, e um calendário de festas que inclui o aniversário da cidade e dia do padroeiro São João Batista (24 de junho) e o Ciclo Natalino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Congada Azul, radicada no bairro da Boa Vista, destaca-se pelo grande número de mulheres, muitas delas da mesma família. Seu mestre mais conhecido foi o Sr. José de Souza e, atualmente, o grupo é coordenado por sua filha, Maria Rosalina, e sua neta, Amanda do Rosário. Além da devoção à Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, a Congada Azul também homenageia Nossa Senhora Aparecida, figura representada na bandeira sagrada dos congadeiros desse grupo. Participou, ao lado da Congada Verde, da edição do Revelando SP que aconteceu em outubro, em São José dos Campos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Originária da região central da cidade, a Congada Verde é conhecida por ser responsável pelas rezas de Alvorada no Santo Cruzeiro e por manter a tradição das bandeiras dos mastros nas cerimônias do Ciclo Natalino. Numerosa e com vários membros da mesma família, é chefiada pela Sra. Lurdes – que cuida pessoalmente das fardas e chapéus do grupo, e seu marido, o Sr. Amaro. O casal, bastante respeitado entre os congadeiros da região, é famoso por promover festas em louvor de São Gonçalo do Amarante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das mais antigas, a Congada Rosa conta com cerca de 45 integrantes, dos bairros de Caetetuba, Jardim Cerejeiras, Jardim dos Pinheiros e Alvinópolis. Assim como a Congada Verde, já não realiza mais a embaixada – espécie de teatralização que retratava a vida e a política do país com reis, príncipes, marujos e capitães, embora ainda contribua para preservar o patrimônio cultural constituído pelos tambores, violas e ladainhas dos Ternos de Congo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Congada Vermelha é a única que utiliza chapéus forrados de azul, uma tradição mantida há mais de 40 anos. Originada no Bairro do Portão, tem sua história marcada pela liderança da família do Sr. Ernesto Batista e dos descendentes da família Poloni. Hoje, a filha do Sr. Ernesto, Silmara Batista, e seu neto, Adonai, coordenam o grupo, mantendo a prática peculiar dos gambitos, bastões de madeira pintados fabricados pelo grupo para substituir as espadas de metal.</p>
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		<title>Congadas representam Atibaia no maior festival de cultura tradicional paulista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gerson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 12:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Atibaia]]></category>
		<category><![CDATA[Congada]]></category>
		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[folclore]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atibaia, cidade paulista que preserva uma das manifestações culturais mais tradicionais e populares, as Congadas, vem encantando o público com esse patrimônio que celebra 270 anos de tradição. No último domingo (29), as congadas Azul e Verde brilharam no maior evento de cultura tradicional do estado, o Revelando SP, realizado em São José dos Campos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Atibaia, cidade paulista que preserva uma das manifestações culturais mais tradicionais e populares, as Congadas, vem encantando o público com esse patrimônio que celebra 270 anos de tradição. No último domingo (29), as congadas Azul e Verde brilharam no maior evento de cultura tradicional do estado, o Revelando SP, realizado em São José dos Campos. Agora é a vez das congadas Rosa e Vermelha, prontas para se apresentar na próxima edição, que acontecerá no Parque da Água Branca, na capital paulista, de 16 a 19 de novembro.</p>
<p>O Revelando SP reúne representantes de todo o estado de São Paulo, oferecendo a oportunidade de conhecer e prestigiar uma infinidade de manifestações culturais tradicionais e populares, além da diversidade e riqueza da culinária e do artesanato dos municípios paulistas. As Congadas de Atibaia se apresentam no próximo dia 19, mas o estande dos Doces Caseiros Casarão também representará a cidade no evento, participando com seus 59 anos de tradição dos quatro dias de festival.</p>
<p>Promovido pelo Governo do Estado de São Paulo – por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, o evento tem gestão e produção da Associação Amigos da Arte, contando com o apoio dos municípios participantes. A entrada é gratuita e o festival oferece ainda uma série de shows com grandes nomes da música brasileira.</p>
<p>Os representantes atibaienses foram selecionados pela chamada pública do festival, que pretende valorizar os saberes, ofícios, modos de fazer, celebrações, formas de expressão cênicas, plásticas, musicais, lúdicas e gastronômicas, transmitidos de geração a geração e reconhecidos pelas comunidades e grupos como parte integrante do patrimônio cultural paulista. A ideia é fomentar essa cultura tradicional, permanentemente recriada em função do ambiente, das interações com a natureza e da história, mas capaz de gerar um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo para promover o respeito à diversidade e à criatividade.</p>
<p>Vale lembrar que Atibaia tem representatividade no Revelando SP desde as primeiras edições, além de ter sido sede de algumas edições do Revelando Entre Serras e Águas. Cada um dos quatro grupos de congada da cidade tem sua história e particularidade, preservando canções e orações ancestrais, muitas ainda em latim, e seguindo um calendário de festas que inclui o aniversário da cidade e dia do padroeiro São João Batista (24 de junho) e o Ciclo Natalino.</p>
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		<title>Núcleo Caboclinhas faz mostra de repertório gratuita no Centro Cultural da Penha entre agosto e outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gerson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 20:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[caipira]]></category>
		<category><![CDATA[Coisas da Roça]]></category>
		<category><![CDATA[sertanejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecido por adaptar textos literários de autores brasileiros para o universo infantojuvenil, o Núcleo Caboclinhas apresenta quatro espetáculos de seu repertório, além de um show cênico, em uma mostra no Centro Cultural da Penha, entre 6 de agosto e 1º de outubro. Todas as apresentações são gratuitas e têm interpretação simultânea em LIBRAS. Ao longo de seus 16 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Conhecido por adaptar textos literários de autores brasileiros para o universo infantojuvenil, o Núcleo Caboclinhas apresenta quatro espetáculos de seu repertório, além de um show cênico, em uma mostra no Centro Cultural da Penha, entre 6 de agosto e 1º de outubro. Todas as apresentações são gratuitas e têm interpretação simultânea em LIBRAS.</p>
<p dir="ltr">Ao longo de seus 16 anos de existência, o grupo montou 21 trabalhos baseados nas obras de grandes nomes da nossa literatura nacional como: Tatiana Belinky, Rolando Boldrin, Patativa do Assaré, Ana Maria Machado, Guimarães Rosa, Cora Coralina e outros.</p>
<p dir="ltr">O Núcleo Caboclinhas é formado pelas atrizes Aline Anfilo, Geni Cavalcante, Giuliana Cerchiari e Luciana Silveira.</p>
<p dir="ltr">Em 2023, foi contemplado com a 39ª Edição do Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura, por meio da qual realiza a Mostra de Repertório. O projeto ainda conta com apoio do Centro Cultural da Penha.</p>
<p dir="ltr">Confira abaixo a programação completa:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">6/8, domingo, às 16h</p>
<p dir="ltr">“Cora, doce poesia”, sobre a vida e a obra da poeta goiana mais conhecida como Cora Coralina.  A vida simples, os versos, as flores, os doces e as lições de vida de Cora Coralina estão impressos nesta singela homenagem à poetisa goiana Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas. A trajetória de sua vida, desde a infância até sua velhice, é contada e cantada com muito lirismo, muita música e muita poesia pelas atrizes do Núcleo Caboclinhas.</p>
<p dir="ltr">Indicado no Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2017 na categoria Melhor Cenário e Melhor Texto Original, além de ser premiado pelo Conjunto de Atrizes no XXXIX Festival Nacional de Teatro Profissional de Pindamonhangaba (FESTE), e Prêmio Especial do Júri pela Pesquisa Biográfica.</p>
<p dir="ltr">Duração: 60 minutos</p>
<p dir="ltr">Classificação: livre</p>
<p dir="ltr">Indicação etária: de 7 a 17 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">3/9, domingo, às 16h</p>
<p dir="ltr">“Criança que canta também dança”, show de ritmos populares brasileiros, como, coco, carimbó, ijexá, caboclinhos, ciranda  &#8211; entre outros, criado a partir de um repertório de canções sobre mitos folclóricos como curupira e saci-pererê, compostas pela cantora e compositora Hilda Maria.</p>
<p dir="ltr">Duração: 60 minutos</p>
<p dir="ltr">Classificação: livre</p>
<p dir="ltr">Indicação etária: a partir de 4 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">10/9, domingo, às 16h</p>
<p dir="ltr">“Letras Perambulantes”, sobre a vida e a obra do poeta cearense Patativa do Assaré. Nesta adaptação, figuras reais que fizeram parte da vida do poeta se juntam à personagens fictícios que, entremeados por uma seleção musical, contam de forma leve, lúdica e original a história de Patativa.</p>
<p dir="ltr">Premiado no XXXVII Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba nas categorias Melhor Atriz, Melhor Cenário e Melhor Trilha Sonora Original.</p>
<p dir="ltr">Duração: 60 minutos</p>
<p dir="ltr">Classificação: livre</p>
<p dir="ltr">Faixa etária: de 8 a 17 anos</p>
<p dir="ltr">24/9, domingo, às 16h</p>
<p dir="ltr">“Vidma, a menina trança-rimas”, da obra original da autora Tatiana Belinky e adaptado para o teatro pelo grupo e pelo diretor do espetáculo Gira de Oliveira.</p>
<p dir="ltr">Vidma é uma menininha que mora em um lugar muito frio com sua família. Cheia de criatividade e apaixonada pelo mundo das bruxas, sempre encontra uma brecha para declamar poemas divertidos e limeriques de diversos bruxos e bruxas que já conheceu em seus pensamentos. Mas essa menina tem apenas uma certeza: a de que sua mãe é uma bruxa!</p>
<p dir="ltr">Principalmente quando experimenta sua sopa e chega a conclusão de que a comida só pode ser uma receita de bruxa. Só que mexer com bruxa pode ser uma brincadeira muito perigosa&#8230; E é esta receita “mágica” que a faz viajar para outro lado do oceano e viver diversas aventuras com figuras excêntricas e engraçadas.</p>
<p dir="ltr">Indicado ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2015 na categoria Melhor atriz-coadjuvante. Premiado no XXXVIII Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba por Melhor direção e Melhor trilha sonora.</p>
<p dir="ltr">Duração: 60 minutos</p>
<p dir="ltr">Classificação: livre</p>
<p dir="ltr">Indicação etária: de 4 a 8 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">1/10, domingo, às 16h</p>
<p dir="ltr">“Bem do seu Tamanho”, da renomada autora infantil Ana Maria Machado e adaptado para o teatro pelo dramaturgo Evill Rebouças.</p>
<p dir="ltr">Pequena demais para escutar a conversa de adulto ou bem grandinha para chegar em casa com a roupa toda suja? Qual seria, afinal, o verdadeiro tamanho da menina Helena? É a partir dessas situações que Helena começa a questionar o seu tamanho e o tamanho das coisas.</p>
<p dir="ltr">Para tirar a dúvida, a menina sai pelo mundo com Bolão &#8211; seu Boi de Mamão feito do mamoeiro do quintal da sua casa &#8211; e encontra amigos que hora irão ajudá-la, hora irão confundi-la mais ainda. No final dessa aventura, a menina Helena, junto com seu Boi de Mamão, tem uma grande revelação.</p>
<p dir="ltr">Indicação ao Prêmio FEMSA 2013 nas categorias Melhor Trilha Sonora e Melhor Texto Adaptado. Premiado nos festivais: XXXVI Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba (2 categorias); XI Festival Nacional de Teatro da Amazônia (4 categorias) e FIT Bahia 2014 (7 categorias).</p>
<p dir="ltr">Duração: 60 minutos</p>
<p dir="ltr">Classificação: livre</p>
<p dir="ltr">Indicação etária: de 4 a 12 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 dir="ltr">Sobre o Núcleo Caboclinhas</h3>
<p dir="ltr">Em 2023, o Núcleo Caboclinhas completa 16 anos de trajetória artística comprometida com a pesquisa, difusão e valorização da diversidade cultural brasileira, celebrando os 21 trabalhos, inspirados em escritos de Rolando Boldrin, Guimarães Rosa, Patativa do Assaré, Câmara Cascudo, Ana Maria Machado, Tatiana Belinky, Cora Coralina, da cordelista Cleusa Santo e muito mais.</p>
<p dir="ltr">Além dos quatro espetáculos teatrais destinados ao público infanto-juvenil, também integram o repertório do grupo os show musicais, narrações de histórias, intervenções e cortejos lítero-musicais de resgate dos costumes e tradições nacionais, como os ritmos nordestinos, caipiras e caiçaras, as festas populares, as canções carnavalescas e folclóricas.</p>
<p dir="ltr">Ao longo deste caminho de atividades, o grupo conquistou o reconhecimento da crítica especializada e atingiu mais de 50.000 espectadores. Participou de mostras e festivais de teatro nacionais, além de ter tido a honra de percorrer o território brasileiro levando suas peças para mais de 5 estados e também de fazer uma itinerância cultural por Portugal com o espetáculo Letras Perambulantes em 2016.</p>
<p dir="ltr">O grupo foi laureado com importantes prêmios nacionais e contemplado em editais de circulação de espetáculos das secretarias de cultura municipal e estadual de São Paulo, do Governo Federal e do SESI.</p>
<p dir="ltr">Ficha técnica</p>
<p dir="ltr">Coordenação geral: Núcleo Caboclinhas</p>
<p dir="ltr">Produção executiva: Marina Mioni (Caruá Produções)</p>
<p dir="ltr">Assistente de produção: Taís Cabral</p>
<p dir="ltr">Atrizes: Aline Anfilo, Geni Cavalcante, Giuliana Cerchiari e Luciana Silveira</p>
<p dir="ltr">Musicistas: Carolina Nagayoshi, Fefê Camilo, Ingrid Sena, Laura Santos e Thais Renata</p>
<p dir="ltr">Bailarina de danças brasileiras: Ana Cláudia Lima</p>
<p dir="ltr">Técnica de luz: Cristiane Urbinatti</p>
<p dir="ltr">Técnicos de som: Leandro Goulart, Caio Bars, Cic Morais e Kefren Buso</p>
<p dir="ltr">Cenotécnico: Paulo Pellegrini</p>
<p dir="ltr">Intérprete de Libras: Fabiano Campos</p>
<p dir="ltr">Educadoras: cami oliveira e Marina Pontieri</p>
<p dir="ltr">Designer gráfica: Mari Moura</p>
<p dir="ltr">Ilustradora: Liu Olivina</p>
<p dir="ltr">Redes sociais: Príscila Galvão</p>
<p dir="ltr">Assessoria de Imprensa: Pombo Correio</p>
<p dir="ltr">Apoio: Centro Cultural da Penha</p>
<p dir="ltr">Realização: Núcleo Caboclinhas</p>
<h2 dir="ltr">Serviço</h2>
<h3 dir="ltr">Mostra de repertório do Núcleo Caboclinhas</h3>
<p dir="ltr">Quando: de 6 de agosto a 1º de outubro de 2023</p>
<p dir="ltr">Consulte a programação acima</p>
<p dir="ltr">Centro Cultural da Penha &#8211; Largo do Rosário, 20, Penha de França</p>
<p dir="ltr">Quanto: Grátis, distribuição de ingressos uma hora antes de cada apresentação</p>
<p dir="ltr">Acessibilidade: todas as apresentações têm tradução em LIBRAS.</p>
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		<title>Inezita Direção de Hélio Goldsztejn &#8211; SESC Pinheiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gerson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 18:14:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História da Viola]]></category>
		<category><![CDATA[Inezita Barroso]]></category>
		<category><![CDATA[musica caipira]]></category>
		<category><![CDATA[Música Sertaneja]]></category>
		<category><![CDATA[Sesc Pinheiros]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Caipira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com direção de Hélio Goldsztejn e roteiro de Fabio Brandi Torres, o documentário Inezita conta a trajetória da dama da música de raiz, Inezita Barroso (1925-2015). Tendo comandado o programa Viola, Minha Viola por mais de 30 anos, Inezita Barroso foi um dos grandes expoentes da música popular brasileira. No entanto, a caminhada até o sucesso não foi nada fácil. Nascida em 1925, a artista teve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com direção de <strong>Hélio Goldsztejn</strong> e roteiro de <strong>Fabio Brandi Torres</strong>, o documentário <strong>Inezita</strong> conta a trajetória da dama da música de raiz,<strong> Inezita Barroso</strong> (1925-2015).</p>
<p>Tendo comandado o programa <strong>Viola, Minha Viola</strong> por mais de 30 anos, <strong>Inezita Barroso</strong> foi um dos grandes expoentes da música popular brasileira. No entanto, a caminhada até o sucesso não foi nada fácil.</p>
<p>Nascida em 1925, a artista teve que romper com preconceitos e estigmas que excluíam as mulheres da cena musical sertaneja do país, além de batalhar muito para mostrar seu valor como pesquisadora popular.</p>
<p>A exibição gratuita do documentário acontecerá na Praça do Sesc Pinheiros.</p>
<p><strong>Duração: </strong>1h 25min<br />
<strong>Direção: </strong>Hélio Goldsztejn<strong><br />
</strong><strong>Roteiro: </strong>Fabio Brandi Torres</p>
<p>Quando: 17/08 às 19 horas<br />
Praça &#8211; SESC Pinheiros</p>
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		<title>Musical Dominguinhos: Isso Aqui Tá Bom Demais volta em cartaz em São Paulo</title>
		<link>https://www.violacaipira.com.br/music/cultura/musical-dominguinhos-isso-aqui-ta-bom-demais-volta-em-cartaz-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gerson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 13:52:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Acordeon]]></category>
		<category><![CDATA[dominguinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gonzaga]]></category>
		<category><![CDATA[Música Sertaneja]]></category>
		<category><![CDATA[Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Sanfona]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Caipira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mestre da música popular brasileira, o saudoso sanfoneiro pernambucano Dominguinhos (1941-2013) é homenageado no musical Dominguinhos: Isso Aqui Tá Bom Demais, que estreou em São Paulo em 2022 e agora volta à capital para marcar os 10 anos sem o compositor com uma curta temporada no Teatro Bravos, entre os dias 7 de setembro e 1º de outubro. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Mestre da música popular brasileira, o saudoso sanfoneiro pernambucano Dominguinhos (1941-2013) é homenageado no musical Dominguinhos: Isso Aqui Tá Bom Demais, que estreou em São Paulo em 2022 e agora volta à capital para marcar os 10 anos sem o compositor com uma curta temporada no Teatro Bravos, entre os dias 7 de setembro e 1º de outubro.</p>
<p dir="ltr">O espetáculo foi idealizado pelo diretor Gabriel Fontes Paiva e pela diretora musical Myriam Taubkin, parceiros no Projeto Memória Brasileira, que documenta a memória viva da música brasileira há 35 anos. Já o texto foi criado pela premiada dramaturga e jornalista Silvia Gomez e traz de forma contemporânea toda emoção daquele que acabou se consolidando não somente como o mestre do forró, mas com uma carreira musical própria englobando diversos gêneros como o jazz, o pop e a MPB.</p>
<p dir="ltr">O musical tem construído uma carreira de sucesso. Foram mais de 25 mil espectadores em 50 apresentações que lotaram teatros em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro. Após essa nova temporada no Teatro Bravos, a peça segue para uma turnê no Nordeste.</p>
<p dir="ltr">Para fazer jus a sua amplitude musical, a maioria do elenco veio do universo da música, como é o caso de Liv Moraes, cantora, parceira e filha de Dominguinhos; Cosme Vieira, que tocou sanfona com Dominguinhos quando ainda era criança; o ator e músico Wilson Feitosa; o compositor e arranjador Zé Pitoco, de Cupira (PE), que acompanhou Dominguinhos em inúmeros shows ao longo se sua carreira; Fitti, um dos grandes expoentes da nova safra de atores e cantores brasileiros e os conhecidos internacionalmente  Hugo Linns, músico que é referência brasileira em viola e o percussionista Jam da Silva, os três últimos de Recife (PE).</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">Quando Dominguinhos faleceu foi um momento difícil, porque o acompanhamos de perto. Myriam era uma grande amiga dele, de longa data, tendo realizado inúmeros shows com a sua participação. Dominguinhos era muito querido e sempre foi uma delícia trabalhar com ele. Pouco depois da sua morte, sugeri criar um musical sobre a vida e obra desse gênio. Foram 7 anos elaborando, negociando direitos autorais e viabilizando o espetáculo. E hoje eu entendo que conseguimos construir o projeto ideal com dezenas de outras pessoas que compreendem, respiram e vivem neste universo”, revela Paiva.</p>
<p dir="ltr">Mergulhar na vida e na obra de Dominguinhos foi uma bênção. É o primeiro projeto do gênero musical que realizamos, Gabriel e eu. Conseguimos entrelaçar o melhor de cada um, nesse nosso ofício: o teatro &#8211; no caso dele &#8211; e a música, no meu. Ainda mais sendo um musical sobre Dominguinhos, que conheci tão de perto e de cuja obra tenho tanta intimidade”, conta Taubkin</p>
</blockquote>
<p dir="ltr">Sobre o processo de construção da dramaturgia, Silvia Gomez conta que o texto foi escrito ao longo de dois anos a partir de entrevistas com pessoas que conviveram com Dominguinhos, como Anastácia, Liv Moraes, além dos próprios Gabriel Fontes Paiva e Myriam Taubkin. Além disso, o jornalista especializado em música Lucas Nobile assina a pesquisa documental que apoiou a escrita dramatúrgica.</p>
<p dir="ltr">“Lucas trouxe um material vasto de linha do tempo, músicas, motivações, notícias e casos da vida desse mestre. O mergulho na obra incluiu programas, documentários, entrevistas e reportagens de jornais e revistas de época, além de livros como O Brasil da Sanfona, de Myriam Taubkin. Nos baseamos em fatos reais e depoimentos públicos de Dominguinhos, sem, no entanto, deixar de dialogar poeticamente com essa realidade, ficcionalizando certas passagens que envolvem as personagens evocadas”, comenta a autora.</p>
<p dir="ltr">Muito mais do que contar de forma linear e cronológica a vida de Dominguinhos, a dramaturgia explora essa combinação entre o documental e o poético. “Há um certo lugar delirante em minhas dramaturgias e, aqui, pude expressá-lo no recorte escolhido como procedimento narrativo: em seu último momento de vida, Dominguinhos é visitado pelas histórias, pessoas – e sanfonas – que marcaram sua carreira, como se tudo se passasse numa fração de segundo infinita do pensamento e da memória. Também sou jornalista, e, pela primeira vez, pude combinar em uma peça teatral a minha formação híbrida, entre a dramaturgia e o documento. Ou melhor, pude buscar a vocação narrativa dessa vida e dessa obra tão importantes para a nossa formação cultural e afetiva”, acrescenta.</p>
<p dir="ltr">Já a encenação parte de um jogo entre os atores e músicos, que se alternam nos papéis de Dominguinhos e das pessoas que fizeram parte da vida dele. “Este jogo tem tudo a ver com a trajetória de Dominguinhos e com a obra dele. Um homem que viveu para trazer alegria para as pessoas e que conseguia contar, inclusive coisas tristes, de uma forma alegre. A encenação parte desta brincadeira com a plateia para que a gente possa transmitir a energia que ele conseguia levar a todos nós. Quem viu Dominguinhos tocar ao vivo sabe do que estou falando e é isso que vamos tentar reproduzir”, explica Gabriel Fontes Paiva.</p>
<p dir="ltr">Ainda sobre a direção, Paiva conta que buscou resgatar como grandes referências para a montagem elementos importantes para o sanfoneiro, como a cidade de Garanhuns, em Pernambuco, onde Dominguinhos nasceu, e os ritmos e danças como forró, baião e xaxado.</p>
<p dir="ltr">“Dominguinhos foi um artista universal, que extrapolou suas raízes”, diz Myriam Taubkin, diretora musical do espetáculo. “Suas composições são cantadas e tocadas em todo o mundo e sua sanfona é reverenciada por músicos de todos os cantos. Talvez ele seja o músico que mais influenciou acordeonistas no Brasil e no exterior, seja como exímio instrumentista, seja como compositor. Achei importante trazer esta riqueza ao público, de como Dominguinhos trafegou por tantos gêneros musicais, da enorme facilidade que ele tinha para compor, não só ritmos do Nordeste, mas também inúmeros choros, samba – canções, músicas instrumentais de todos os tipos. O musical traz os clássicos de Dominguinhos, mas também canções que o público não conhece, assim como seus temas instrumentais. Mesmo as vinhetas criadas no musical saíram de suas composições. Com este time de craques no elenco, procuramos apresentar tanto o forró pé de serra tradicional, que Dominguinhos tanto amava, como criações originais para suas composições, utilizando a sonoridade da viola dinâmica nordestina, percussões eletrônicas, sopros, vozes.”</p>
<p dir="ltr">Um pouquinho sobre Dominguinhos</p>
<p dir="ltr">Dominguinhos conseguiu unir o regional de um Brasil profundo com o que havia de mais moderno na música. Foi um artista que cantou a experiência humana em sua essência mais luminosa, sempre com leveza, humor, alegria e poesia.</p>
<p dir="ltr">Nascido em Garanhuns (PE), em 1941, José Domingos de Moraes iniciou a carreira ainda na infância. Aos oito anos, se apresentou para Luiz Gonzaga em um hotel de sua cidade natal, sem saber que tocava para o Rei do Baião. E, aos 13 anos, deixou seu estado com a família para tentar a sorte no Rio de Janeiro.</p>
<p dir="ltr">Em mais de 55 anos de carreira, Dominguinhos gravou 40 discos. No último desses trabalhos, Iluminado Dominguinhos, lançado em DVD em 2010, gravou grande parte de seu repertório instrumental com a participação de Gilberto Gil, Elba Ramalho, Wagner Tiso e Yamandu Costa, entre outros.</p>
<p dir="ltr">Suas músicas mais conhecidas são “Eu Só Quero um Xodó” e “Tenho Sede” (parcerias com Anastácia), cujos registros mais famosos foram feitos por Gil na década de 1970, “Isso Aqui Tá Bom Demais” e “De Volta pro Aconchego” (com Nando Cordel), clássico na voz de Elba Ramalho, nos anos 1980, “Abri a Porta” e “Lamento Sertanejo” (com Gilberto GIl).</p>
<p dir="ltr">“De Volta pro Aconchego” e “Isso Aqui Tá Bom Demais” fizeram parte da trilha da novela “Roque Santeiro”, aumentando a popularidade do artista nos anos 1980. Na mesma década, Chico Buarque gravou “Tantas Palavras”.</p>
<p dir="ltr">Dominguinhos também venceu o Grammy Latino duas vezes (em 2002 e 2012); o Prêmio Tim de Música Brasileira duas vezes (em 2007 e 2008) e o Prêmio Shell de Música (2010).</p>
<p dir="ltr">Embora morasse em São Paulo, ele sempre voltou ao Nordeste, desde as primeiras turnês com seus trios no início de carreira; nos muitos anos em que acompanhou Gonzagão; e ao lado de Anastácia. E, nunca deixou de se apresentar nas tradicionais festas juninas de Campina Grande (PB); Caruaru (PE); Feira de Santana (BA), entre muitas outras cidades. Adorava Fortaleza, onde fez inúmeros amigos e onde ia descansar de seus compromissos. Sempre elogiava o povo cearense, como trabalhador e hospitaleiro. Dominguinhos negava a maneira como sua região, o Nordeste, era tratada – pela ótica da miséria, da seca, da falta de esperança.</p>
<p dir="ltr">Dominguinhos faleceu no dia 23 de julho de 2013, depois de uma longa luta contra um câncer de pulmão, deixando um legado inestimável de valorização da música popular e da cultura nordestina.</p>
<p dir="ltr">Sinopse</p>
<p dir="ltr">O musical conta passagens da vida e da obra de Dominguinhos misturando documento e ficção. O artista relembra sua trajetória através de fatos, músicas e parcerias profissionais e afetivas, enquanto conversa com sua maior e fiel companheira, a Sanfona.</p>
<p dir="ltr">*</p>
<p dir="ltr">Liv Moraes é cantora e filha de Dominguinhos e ingressou profissionalmente na música aos 18 anos como backing vocal da banda de seu pai, percorrendo o Brasil por vários anos realizando shows. Em 2002, fez sua primeira participação gravando a música “Desenho”, no CD “Lembrando de Você”, de Dominguinhos. Convidada por Toninho Horta, interpretou “Amar como te amo” no CD “Com o pé no forró”, que foi indicado ao Grammy Latino. Cantou com grandes nomes da música brasileira, como Gilberto Gil, Elba Ramalho, Jane Duboc, Yamandu Costa, Fábio Júnior, Lenine, Fagner, Toninho Horta e Maestro Spok.</p>
<p dir="ltr">Cosme Vieira tem uma trajetória parecida com o próprio homenageado. Ambos iniciaram a carreira de sanfoneiros ainda crianças e, antes de completarem 10 anos, tocaram para ícones que foram seus padrinhos. No caso de Dominguinhos, ele tocou para o grande Luiz Gonzaga, que já era conhecido como o Rei do Baião, embora o menino não soubesse disso. Já Cosme teve como mestre o próprio Dominguinhos. Atualmente, Cosme toca por todo Brasil acompanhando grandes nomes da música como Ivete Sangalo, Duani, Zeca Baleiro, Mariana Aydar, Liv Moraes, Cláudia Leite, Toninho Horta e outros.</p>
<p dir="ltr">Zé Pitoco, com forte atuação na cena musical, é um grande representante da música regional nordestina em São Paulo. Transitando entre o clarinete, o saxofone e a zabumba, esse multi instrumentista e arranjador pernambucano expressa na música o cotidiano de um nordestino que vive na capital paulista. Tocou com grandes nomes, entre eles o próprio Dominguinhos, com quem fez inúmeros shows. Atualmente integra o grupo de Antônio Nóbrega, sendo um de seus principais componentes e arranjadores. Foi integrante da Orquestra Popular de Câmara, ao lado de Benjamim Taubkin, Teco Cardoso, Mané Silveira, Guelo, Caíto Marcondes e Monica Salmaso.</p>
<p dir="ltr">Hugo Linns é violeiro, baixista, arranjador, compositor e diretor musical. Toca e compõe em viola dinâmica de 10 cordas desde os 18 anos, em sua terra natal, Recife. Linns tem cinco álbuns lançados com renomados artistas brasileiros e internacionais, como o percussionista sueco Sebastian Notini e o violoncelista francês Olivier Koundouno, lançado pelo selo alemão Martin Hossbach. Em 2018 foi vencedor do 9º Prêmio da Música de Pernambuco como melhor álbum de música instrumental.</p>
<p dir="ltr">Jam da Silva é percussionista, natural de Recife. Traz uma abordagem inovadora em suas produções, uma mistura de artesanato com invenção. Parte de suas criações vêm da rua, com ruídos e ambientações urbanas e parte vem de sua construção musical, com diversos instrumentos de percussão. Seu trabalho faz com que possua grandes parcerias com artistas nacionais e internacionais como Massilia Sound System, Moussu T et les jovents, Troublemakers, Camille e Sebastien Martel, Marisa Monte, Elba Ramalho, Roberta Sá e muitos outros. Foi vencedor de melhor trilha sonora em 2011 com o filme Os Narradores de Javé.</p>
<p dir="ltr">Fitti, fruto de Recife, é multiartista e estreou recentemente no elenco da série original da Netflix, “Só Se For Por Amor”. Aos 14 anos, viralizou na internet com um vídeo interpretando Sozinho, de Peninha. Desde então, abriu shows de grandes nomes como João Bosco, Zé Renato e Guilherme Arantes, sendo hoje um dos grandes expoentes da nova safra de atores e cantores brasileiros.</p>
<p dir="ltr">Wilson Feitosa é ator e professor de música formado em Licenciatura Plena. Sua carreira artística possui trabalhos como “Os Sertões” no Teatro Oficina e “Mãe Coragem”, com Bete Coelho. Com música e teatro, participou de diversos festivais pelo Brasil e pelo mundo e traz mais de vinte peças teatrais, filmes e séries em seu currículo. Toca acordeão, violão, cavaquinho e percussão.</p>
<p dir="ltr">Ficha Técnica</p>
<p dir="ltr">Dramaturgia: Silvia Gomez<br />
Direção: Gabriel Fontes Paiva<br />
Direção musical: Myriam Taubkin</p>
<p dir="ltr">Elenco:<br />
Liv Moraes<br />
Fitti</p>
<p dir="ltr">Cosme Vieira<br />
Hugo Linns<br />
Jam da Silva<br />
Wilson Feitosa<br />
Zé Pitoco</p>
<p>Desenho de Movimento: Ana Paula Lopez<br />
Desenho de Luz: André Prado e Gabriel Fontes Paiva<br />
Figurino: Ana Luiza Fay<br />
Cenário: Gabriel Fontes Paiva<br />
Pesquisa documental e consultoria de repertório: Lucas Nobile<br />
Preparação vocal: Ana Luiza<br />
Assistente de direção: Ana Paula Lopez e André Prado<br />
Assistente de direção musical: Hugo Linns<br />
Coordenação técnica: André Prado<br />
Desenho de som e operação: André Omote<br />
Assistente de som: Gustavo Magrão<br />
Direção de Palco: Dani Colazante</p>
<p dir="ltr">Montagem e operação: Cassio Omae<br />
Camareiro: Jô Nascimento<br />
Design gráfico: Teresa Maita<br />
Fotografia de estúdio e cena: Priscilla Prade<br />
Social mídia: Daniela Stirbulov<br />
Gestão de Projeto: Luana Gorayeb<br />
Assistentes administrativos financeiros: Beth Vieira e Rogério Prudêncio</p>
<p dir="ltr">Assistente de produção: Dairzey Abnara</p>
<p dir="ltr">Produção executiva: Camila Scheffer<br />
Direção de produção: Dani Angelotti<br />
Realização: Fontes Artes e Projeto Memória Brasileira</p>
<p dir="ltr">Serviço</p>
<p dir="ltr">Dominguinhos: Isso Aqui Tá Bom Demais</p>
<p dir="ltr">Temporada: 7 de setembro a 1º de outubro</p>
<p dir="ltr">De quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 18h</p>
<p dir="ltr">Teatro Bravos – Rua Coropé, 88, Pinheiros</p>
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		<title>Demonstração da Construção da Viola de Cabaça com Levi Ramiro &#8211; SESC Pinheiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gerson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 20:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Levi Ramiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com apresentações Musicais, atividades formativas e exibição de obras audiovisuais, o SESC Pinheiros recebe em Agosto um universo de violeiros. A oficina demonstra o processo de construção do instrumento utilizando matéria prima vegetal, que por ter variações de forma e tamanho, é considerado “despadronizado”, caracterizado por diferentes timbres e poucas características básicas no formato e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com apresentações Musicais, atividades formativas e exibição de obras audiovisuais, o SESC Pinheiros recebe em Agosto um universo de violeiros.</p>
<p>A oficina demonstra o processo de construção do instrumento utilizando matéria prima vegetal, que por ter variações de forma e tamanho, é considerado “despadronizado”, caracterizado por diferentes timbres e poucas características básicas no formato e na sonoridade.</p>
<p>Natural de Uru, pequena cidade do interior Paulista, <strong>Levi Ramiro</strong> é artesão. Conhecido por tocar em instrumentos que ele próprio fabrica como as violas de cabaça.</p>
<p><strong>*Inscrições no local com 30 minutos de antecedência.</strong></p>
<p>Data: 12/08<br />
Sábado às 11h às 16h<br />
Local: SESC Pinheiros &#8211; Espaço de Tecnologias e Arte</p>
<p>Foto: Adriano Rosa &#8211; Divulgação<br />
Fonte: Portal do SESC Pinheiros</p>
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