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	<title>Arquivos Causos - Viola Caipira</title>
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	<description>o Portal da M&#250;sica Sertaneja Raiz</description>
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		<title>POR VIA DAS DÚVIDAS</title>
		<link>https://www.violacaipira.com.br/music/causos/por-via-das-duvidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yassir Chediak]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 22:24:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Causos]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[Braz Chediak]]></category>
		<category><![CDATA[causos]]></category>
		<category><![CDATA[piadas caipiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voltando de um comício pelo interior, um ônibus lotado de políticos sai da pista, capota e cai num barranco na Curva da Morte, na estrada que liga Três Corações a Cambuquira. Seu Quinzinho da Curva, que tinha este apelido por morar no tal lugar onde sempre havia acidentes, acordou incomodado pela barulheira, pegou um enxadão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Voltando de um comício pelo interior, um ônibus lotado de políticos sai da pista, capota e cai num barranco na Curva da Morte, na estrada que liga Três Corações a Cambuquira.<u></u><u></u></p>
<p>Seu Quinzinho da Curva, que tinha este apelido por morar no tal lugar onde sempre havia acidentes, acordou incomodado pela barulheira, pegou um enxadão e foi ver o que aconteceu.<u></u><u></u></p>
<p>Ao se deparar com a tragédia, rapidamente começou a cavar uma grande vala para enterrar os corpos.<u></u><u></u></p>
<p>Alguns dias depois, um homem da polícia bateu à sua porta e fez várias perguntas sobre o acidente.<u></u><u></u></p>
<p>Seu Zezinho contou a verdade. Que era um ônibus cheio de políticos fazendo propaganda de eleição.<u></u><u></u></p>
<p>“E onde estão esses políticos?”, interrompeu o policial.<u></u><u></u></p>
<p>“Eu enterrei eles naquela vala lá adiante!”<u></u><u></u></p>
<p>“Mas&#8230; estavam todos mortos?”, indagou o policial.<u></u><u></u></p>
<p>Seu Zezinho coçou a cabeça, a barba&#8230; e respondeu:<u></u><u></u></p>
<p>“Bão, arguns falava que não… mas o senhor sabe como é político: eles mente pra burro! Aí, num acreditei e, por via das dúvidas, enterrei todo mundo!”.</p>
<p>Autor: Braz Chediak</p>
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		<title>MINEIRO PREVENIDO&#8230;</title>
		<link>https://www.violacaipira.com.br/music/causos/mineiro-prevenido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Yassir Chediak]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 12:42:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Causos]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[caipira brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[causos]]></category>
		<category><![CDATA[Causos Caipira]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Caipira]]></category>
		<category><![CDATA[Mineiro]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Caipira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É voz corrente que mineiro é cauteloso, não toma posição política, fica sempre com um pé atrás, etc., etc. Pode até ser verdade e me relembro da história de seu Dorico, padeiro renomado que, já perto dos 90 anos, ficou doente. Foi internado em estado grave e os médicos informaram que o caso era complicado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div dir="auto">É voz corrente que mineiro é cauteloso, não toma posição política, fica sempre com um pé atrás, etc., etc.</div>
<div dir="auto">Pode até ser verdade e me relembro da história de seu Dorico, padeiro renomado que, já perto dos 90 anos, ficou doente.</div>
<div dir="auto">Foi internado em estado grave e os médicos informaram que o caso era complicado e que, devido à idade do paciente, viam poucas chances de vida.</div>
<div dir="auto">Como Seu Dorico era muito religioso, trouxeram-lhe o Padre Fonseca, que era seu amigo, para dar-lhe a extrema unção.</div>
<div dir="auto">O padre aproxima-se do leito, com solenidade, e fazendo o sinal da cruz, lhe diz, baixinho:</div>
<div dir="auto">“Seu Dorico, o senhor não está bem, mas vim lhe trazer o alívio: antes de partir afirme sua fé em Deus esconjure o Diabo!”</div>
<div dir="auto">Seu Dorico abriu os olhos, olhou o padre e&#8230; ficou quieto.</div>
<div dir="auto">Padre Fonseca insistiu:</div>
<div dir="auto">“Seu Dorico, antes de morrer, professe sua fé em Deus e esconjure o Diabo!”.</div>
<div dir="auto">O ancião continuou quieto.</div>
<div dir="auto">O padre achou estranho aquela atitude e perguntou, bem perto do ouvido do velho:</div>
<div dir="auto">&#8211; Seu Dorico, o senhor não quer renegar e esconjurar o Diabo?</div>
<div dir="auto">Seu Dorico olhou o padre, com olhar matreiro, e fez em aceno com a cabeça:</div>
<div dir="auto">“Num é isso não, Padre. É que enquanto eu não tiver certeza se vou pro céu ou pro inferno&#8230; é mió num mi indispô com nenhum dos dois!”</div>
<div dir="auto">
<em><strong>Autor: Braz Chediak</strong></em></div>
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		<item>
		<title>Para alegrar sua semana, a beleza e o humor do Mestre José Candido de Carvalho</title>
		<link>https://www.violacaipira.com.br/music/causos/para-alegrar-sua-4a-feira-a-beleza-e-o-humor-do-mestre-jose-candido-de-carvalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 13:45:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Causos]]></category>
		<category><![CDATA[causos]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[José Candido de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje prestamos nossa homenagem a José Cândido de Carvalho, grande contista, grande romancista, grande entendedor do Brasil, com o conto Viagem para a capital Alcimaco Azambuja, dono de muito boi e muito voto em Pirapora, tendo de resolver umas coisas e loisas com o governo, rebocou Zizinho Pinto para terras e mares do Rio de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje prestamos nossa homenagem a <a href="https://www.academia.org.br/academicos/jose-candido-de-carvalho/biografia" target="_blank" rel="noopener">José Cândido de Carvalho</a>, grande contista, grande romancista, grande entendedor do Brasil, com o conto Viagem para a capital</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alcimaco Azambuja, dono de muito boi e muito voto em Pirapora, tendo de resolver umas coisas e loisas com o governo, rebocou Zizinho Pinto para terras e mares do Rio de Janeiro. E, na porta do Palácio do Catete, que naqueles dias comandava a vida do Brasil, falou para o compadre Zizinho:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">— Vou ver uns papéis que estão entalados nas gavetas do governo. Venha comigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Zizinho recusou:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">— Compadre, careço de competência para pisar chão tão mimoso. Vou quedar do lado de fora, assuntando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O compadre sumiu pela larga porta de entrada enquanto Zizinho, instalado num bom cigarro de palha, ficava vendo aquele entrar e sair de gente em formato de formiga de correição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alcimaco, depois de desencravar seus papéis, voltou e quis saber a opinião de Zizinho Pinto:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">— Compadre, gostou do Catete? Coisa assim não tem em Pirapora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E Zizinho:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">— Eta, compadre, lugarzinho bom de especial para um varejo, para um comercinho de cachaça e rapadura!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E mais não disse nem lhe foi perguntado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>CAUSOS &#8211; O Causo do Coronel, o Caipira e o Perfume</title>
		<link>https://www.violacaipira.com.br/music/causos/o-coronel-o-caipira-e-o-perfume/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2021 13:47:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Causos]]></category>
		<category><![CDATA[Braz Chediak]]></category>
		<category><![CDATA[caipira]]></category>
		<category><![CDATA[causos]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Caipira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Braz Chediak O Coronel Coriolano e o caipira Zé Mindinho, adversários políticos e inimigos, se encontraram na única barbearia da cidade e, imediatamente foram atendido pelos dois barbeiros, que sabiam da birra entre os dois. Durante todo o tempo em que faziam a barba o Coronel e o Caipira não trocaram nem uma palavra. Os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Braz Chediak</em></p>
<p>O Coronel Coriolano e o caipira Zé Mindinho, adversários políticos e inimigos, se encontraram na única barbearia da cidade e, imediatamente foram atendido pelos dois barbeiros, que sabiam da birra entre os dois.<br />
Durante todo o tempo em que faziam a barba o Coronel e o Caipira não trocaram nem uma palavra.<br />
Os Barbeiros também ficaram quietos, temendo que, se os dois discutissem, a coisa poderia descambar pra confusão.<br />
E, como era sabido, Coronel Coriolano tinha pavio curto.<br />
Terminaram as barbas quase ao mesmo tempo.<br />
O barbeiro que atendeu o Coronel pegou a loção pós-barba mas foi interrompido por seu cliente que disse:<br />
“Não, nada de perfume. Senão a minha patroa vai sentir o cheiro e pensar que eu estive no bordel!<br />
O outro barbeiro virou-se para Zé Mindinho e indagou: “E o senhor, quer loção?”<br />
Ao que ele respondeu:<br />
“Uai, pó passá! Minha muié num sabe cumo é que é cheiro de bordé, não. Ela nunca trabaiô lá&#8230;.”<br />
A barbearia até hoje está fechada para reforma.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>CAUSOS &#8211; O Causo do remédio mais barato</title>
		<link>https://www.violacaipira.com.br/music/causos/remedio-no-ceu-e-sempre-mais-barato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 13:55:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Causos]]></category>
		<category><![CDATA[Proseando]]></category>
		<category><![CDATA[causos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>José Cândido de Carvalho é um dos grande escritores e contadores de causos de nosso Brasil profundo. Natural de Campos de Goitacazes, absorveu a cultura do interior e enriqueceu nossa literatura usando suas estórias e linguagem. Suas obras, ricas em humor e talento, o levaram à Academia Brasileira de Letras e são conhecidas e amadas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5><em>José Cândido de Carvalho é um dos grande escritores e contadores de causos de nosso </em><em>Brasil profundo.</em><br />
<em>Natural de Campos de Goitacazes, absorveu a cultura do interior e enriqueceu nossa </em><em>literatura usando suas estórias e linguagem. Suas obras, ricas em humor e talento, o </em><em>levaram à Academia Brasileira de Letras e são conhecidas e amadas por todos os que</em><br />
<em>amam o Brasil.<br />
</em><br />
<em>O causo de hoje é de sua autoria, é uma homenagem ao grande brasileiro e nosso </em><em>querido JOSÉ CÂNDIDO DE CARVALHO:</em></h5>
<p><strong>REMÉDIO NO CÉU É SEMPRE MAIS BARATO</strong></p>
<p>E deu-se que o capitão Nicolino Borba, de Sacopé de Monte Verde, sentiu uma<br />
agulhada no peito, caiu e dado como morto foi.<br />
Quando era levado paro o cemitério, eis que o capitão dosabrochou por entre flores e<br />
grinaldas aos berros e já fazendo inquirições. Como era muito usurário, de não dar bom<br />
dia para não gastar o solado da língua, logo entrou de perguntativo em pauta:</p>
<p>&#8211; Que negócio é este? Que despautério é este? Enterro de primeira com caixão de<br />
veludinho e um jasmim de rosas por cima, é para estuporar. É despesa muita para um<br />
defunto só. Desperdício!</p>
<p>Correu gente, veio médico de maleta na mão e no caixão mesmo examinou o usurário.<br />
Logo na primeira ouvida que aplicou na armação dos peitos de Nicolino, viu que andava<br />
bem vivo e em bom estado de uso. E aproveitou para falar dos perigos que o capitão<br />
corria. E com autoridade de receitador de poções:</p>
<p>&#8211; Desta vez o capitão escapou. Mas lhe digo que não vai muito longe se não fizer<br />
tratamento urgente, como requer sua doença. É o que lhe digo. Não vai muito longe.<br />
Bem encastoado no veludo do caixão, Nicolino perguntou:</p>
<p>&#8211; Se não é falta de respeito, doutor, em quanto fica essa medicina?<br />
O médico, rapidinho, colocou a mazela de Nicolino na máquina de somar e apresentou a<br />
conta:</p>
<p>&#8211; Oitocentos contos para um tratamento completo.<br />
E Capitão Nicolino Borba:</p>
<p>&#8211; Toca o enterro, minha gente. Por esse preço prefiro morrer, que remédio no céu é mais<br />
barato.</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CAUSOS &#8211; O Causo do Caipira jogando antônimos</title>
		<link>https://www.violacaipira.com.br/music/causos/piada-de-caipira-jogando-antonimos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2016 20:47:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Causos]]></category>
		<category><![CDATA[Proseando]]></category>
		<category><![CDATA[caipira]]></category>
		<category><![CDATA[causos]]></category>
		<category><![CDATA[causos caipiras]]></category>
		<category><![CDATA[piadas]]></category>
		<category><![CDATA[piadas de caipira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois mineiros brincando de antônimos valendo uma aposta: &#8211; Gordo? &#8211; Magro!! &#8211; Hômi? &#8211; Muié!! &#8211; Preto ? &#8211; Branco!! &#8211; Verde ! &#8211; Verde ?? Nada disso&#8230;verde não tem antônimo não, Cê tá robanu! &#8211; Craro que tem, sô !! &#8211; E quar que é ?? &#8211; É maduro, uai!! &#8211; Ai caramba, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.violacaipira.com.br/music/causos/piada-de-caipira-jogando-antonimos/">CAUSOS &#8211; O Causo do Caipira jogando antônimos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.violacaipira.com.br/music">Viola Caipira</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois mineiros brincando de antônimos valendo uma aposta:</p>
<p>&#8211; Gordo?<br />
&#8211; Magro!!<br />
&#8211; Hômi?<br />
&#8211; Muié!!<br />
&#8211; Preto ?<br />
&#8211; Branco!!<br />
&#8211; Verde !<br />
&#8211; Verde ?? Nada disso&#8230;verde não tem antônimo não, Cê tá robanu!<br />
&#8211; Craro que tem, sô !!<br />
&#8211; E quar que é ??<br />
&#8211; É maduro, uai!!<br />
&#8211; Ai caramba, num é que é memo, eu tinha me esquecido. Vãmo de novo valendo<br />
mais uma cerveja! Agora eu que vô cumeçá!!<br />
&#8211; Podi cumeçá !<br />
&#8211; Saúde?<br />
&#8211; Duença!<br />
&#8211; Moiado?<br />
&#8211; Seco!<br />
&#8211; Deus?<br />
&#8211; Diabo!<br />
&#8211; Cueca?<br />
&#8211; Calcinha!!<br />
&#8211; Fumo?<br />
&#8211; Quê? Desde quando fumo te antônimo? Fumaça num é!!<br />
&#8211; Cê é burro, sô! Ao contrário de fumo é vortemo!!</p>
<p>E assim continuaram a brincadeira.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CAUSOS &#8211; O Causo do Mineiro na pescaria</title>
		<link>https://www.violacaipira.com.br/music/causos/causo-mineiro-na-pescaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2015 17:31:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Causos]]></category>
		<category><![CDATA[caipira]]></category>
		<category><![CDATA[piada]]></category>
		<category><![CDATA[piada caipira]]></category>
		<category><![CDATA[piada de caipira]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Caipira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://violacaipira.com.br/?p=1861</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um dia o mineiro resolveu pescar sozinho, estava de saco cheio de muita gente em volta dele. Vara na mão, lata de minhoca e lá vai ele pro rio, bem cedinho. No caminho, um caboclinho começou silenciosamente a acompanhá-lo e logo o mineiro pensou: &#8220;Ô saco, será que esse caboclinho vai ficar grudado ni mim?!&#8221;. Chegaram na [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.violacaipira.com.br/music/causos/causo-mineiro-na-pescaria/">CAUSOS &#8211; O Causo do Mineiro na pescaria</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.violacaipira.com.br/music">Viola Caipira</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia o mineiro resolveu pescar sozinho, estava de saco cheio de muita gente em volta dele.<br />
Vara na mão, lata de minhoca e lá vai ele pro rio, bem cedinho. No caminho, um caboclinho começou silenciosamente a acompanhá-lo e logo o mineiro pensou: &#8220;Ô saco, será que esse caboclinho vai ficar grudado ni mim?!&#8221;. Chegaram na beiro do Rio Verde e o caboclinho do lado, sem falar nada. O mineiro se apruma e começa a pescar em silêncio para não espantar os peixes. Passaram-se três horas e o caboclinho acocorado olhando sem dar um pio. Mais três horas e o caboclinho só assuntando. Já no finalzinho do dia o mineiro ficou com pena e oferecendo a vara pro caboclinho disse: &#8221; Ô mininim, qué pescá um cadim?&#8221;. E o caboclinho responde:&#8221; Deus que me livre moço, tem paciença não, sô!&#8221;.</p>
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		<title>CAUSOS &#8211; O Causo do cemitério</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2015 20:02:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um infeliz namorava uma linda moça numa fazenda depois do cemitério da cidade de Araújos. Diziam que o infeliz tinha medo até da própria sombra. Mas, a moça era tão bonita que ele trancava a respiração e passava zunindo pela rodovia e nem olhava para o portão do cemitério quando vinha sozinho da casa dela. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um infeliz namorava uma linda moça numa fazenda depois do cemitério da cidade de Araújos. Diziam que o infeliz tinha medo até da própria sombra. Mas, a moça era tão bonita que ele trancava a respiração e passava zunindo pela rodovia e nem olhava para o portão do cemitério quando vinha sozinho da casa dela. Ou, então, esperava alguém que viesse para a cidade ficando de plantão na beira da rodovia&#8230; e se não aparecesse ninguém&#8230; bem, criava “corage” e amassava cascalho passando como vento pelo cemitério.<br />
Para ir, tudo bem! Mas na volta sua calça enchia! Tinha que voltar por volta de no máximo dez horas da noite, bem antes da meia-noite! Era difícil de atravessar aqueles cem metros em frente ao cemitério. Parecia que os passos não rendiam e só cascalho rolando debaixo dos pés, qualquer ventinho, qualquer morcego ou coruja que atravessava na frente. Santo Deus, era promessas e mais promessas para cumprir no outro dia!<br />
Segundo contavam os antigos à meia-noite as almas penadas saiam do cemitério e rondavam tudo por ali! E tinha gente que jurava que já havia visto algumas coisas.<br />
Então, depois de três meses de namoro já se beijava à vontade, já se relava à vontade e a cada dia suas mãos “mapiava” mais ainda aquele corpo jovem e ardente. A mocinha já tava ficando mansinha igual mulher quando quer dinheiro de marido.<br />
Então&#8230; voltar às dez horas da noite passou para dez e meia&#8230; onze&#8230; onze e meia&#8230; e o namoro tava fervendo. Já se fazia quase de tudo e não se via a hora passar e aqueles momentos de carícias compensavam o medo da volta!<br />
Bão, né! Fim de semana&#8230; vigilância vai relaxando&#8230; alpendre meio escuro&#8230; e a bananeira deu cacho&#8230; a jurupoca piou&#8230; a vaca foi pro brejo e o tempo passou&#8230; como também o sino da igreja fez com que a roseira murchasse, o papagaio emudecesse e a bica d’água secasse! Meia-noite no prego!!!<br />
Num gesto automático guardou a “matula” de qualquer maneira abotoando a braguilha toda errada e nem olhou para trás para ver o beijo carinhoso que a amada lhe mandava. E pé na estrada! Só se ouvia o farfalhar de cascalho debaixo dos pés na estrada de chão&#8230; e ele pensando:<br />
&#8230;”Bem&#8230; Meia-noite! O relógio da igreja pode tá adiantado&#8230; alguém já havia dito isso&#8230; e ninguém sai assim por aí de supetão&#8230; Até ispreguiçá primeiro, tomá um banho, iscová os dentes, trocá de roupa&#8230; gastava-se uns vinte minutos ou mais! Tranqüilo! Dava tempo de chegar até lá e atravessar aqueles malditos cem metros em frente ao cemitério!”<br />
E só cascalho amassado pela rodovia e a respiração trancada desde a saída da casa da namorada! E promessas e mais promessas pra cumprir no outro dia!<br />
O sino da igreja repicou novamente! Já via o cemitério e as luzes da cidade, como também o barulho de alguém amassando cascalho pela rodovia atrás dele. Graças a Deus! “Num tava suzinho!” — pensou — Tinha companhia para passar em frente ao cemitério e pôde então soltar a respiração!<br />
Olhou para trás! A lua estava clara e então viu uma jovem vestida de branco caminhando apressadamente na mesma direção da cidade! Parou e esperou cumprimentando aquela moça corajosa&#8230; e logo uma pergunta óbvia!<br />
— Ocê, uma moça bunita assim, não tem medo de andá suzinha esta hora da noite, não?<br />
— Quando eu era viva eu tinha! — disse ela, entrando para o cemitério.<br />
Dizem que ele teve que lavar bem as roupas a semana inteira&#8230; A calça encheu!</p>
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		<title>CAUSOS &#8211; O Causo do Mineiro pedindo pastel</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2015 19:57:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O caipira tinha que ir para a cidade grande resolver um problema, mas como não queria passar vergonha na cidade grande, ficou treinando a fala na frente do espelho: — Paster… paster… paaster… paster… — e dias se passaram. — Pasterlll… paasterlll… PASTEL! — pronto, o treinamento deu certo. Chegando na rodoviária, foi logo entrando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O caipira tinha que ir para a cidade grande resolver um problema, mas como não queria passar vergonha na cidade grande, ficou treinando a fala na frente do espelho: — Paster… paster… paaster… paster… — e dias se passaram. — Pasterlll… paasterlll… PASTEL! — pronto, o treinamento deu certo. Chegando na rodoviária, foi logo entrando em uma pastelaria: — Por favor, me dê um PASTEL! — Pois não, senhor, de qual sabor? — Pó sê di parmito.</p>
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		<title>CAUSOS &#8211; O Causo do caipira e a injeção</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2015 19:50:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O caipira e a injeção (Braz Chediak) O brasileiro é, antes de tudo, um forte, como dizia Euclides da Cunha. Mas, o brasileiro do interior, às vezes&#8230; tem medo de cruz na beira do caminho, do diabo, do lobisomem, do saci, da mãe d’água, da mula-sem-cabeça, etc., etc., entidades que, jura de pés juntos, um [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.violacaipira.com.br/music/causos/o-caipira-e-a-injecao/">CAUSOS &#8211; O Causo do caipira e a injeção</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.violacaipira.com.br/music">Viola Caipira</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O caipira e a injeção (Braz Chediak)</p>
<p>O brasileiro é, antes de tudo, um forte, como dizia Euclides da Cunha. Mas, o brasileiro do interior, às vezes&#8230; tem medo de cruz na beira do caminho, do diabo, do lobisomem, do saci, da mãe d’água, da mula-sem-cabeça, etc., etc., entidades que, jura de pés juntos, um vizinho, um compadre ou um amigo já viu. Isto quando é modesto pois, no mais das vezes, ele mesmo &#8211; o que está contando a história &#8211; já topou com o “trem” numa encruzilhada no meio da noite, quando caçava tatu ou voltava de alguma festa em qualquer fazenda vizinha.<br />
Outro medo, pânico, do nosso “caipira” é de injeção. Basta você mostrar uma agulha para ele ficar aperreado e ir se afastando de mansinho com alguma desculpa:<br />
&#8211; Nossa Senhora, tenho que ir, esqueci de apartar as vacas!<br />
O medo de injeção é tanto e tão comum que deu origem a inúmeros causos, alguns dos quais já incorporados definitivamente em nosso folclore como este que está no livro VIOLEIROS DO NORTE, de Leonardo Motta (Editora Monteiro Lobato, 1925) e que transcrevemos como está no original:<br />
“Certo médico teve de aplicar num velho sertanejo uma série de injeções de mercúrio. Dolorosas que são tais injeções, à terceira ou quarta das mesmas, quando o clínico procurava lancetar a nádega do cliente matuto, notou que este encolhia as traseiras, num irreprimível nervosismo. Observando isso, perguntou-lhe:<br />
&#8211; Que história é esta? Você está com medo?<br />
&#8211; É medo não seu Dotô&#8230; é o diabo da bunda que tá ficando veáca&#8230;”</p>
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